Mayara

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Qualquer 10 reais

In línguas, opnião, vida de professor on Junho 9, 2009 at 8:58 pm


Sem querer ser a tia chata do português, até pq com fé em Deus depois de formar em letras-espanhol eu vou conseguir mudar de pt pra tradução-espanhol, mas gente, vamos ler o q escrevemos? Eu tenho facilidade com português, desde pequena, aprendi a ler e escrever hiper cedo, sempre gostei de ler, de escrever, de estudar, yes nerd i am, então pra mim foi fácil. Tudo bem q hoje em dia com tanta língua na minha cabeça (espanhol, inglês, algo de francês, tiopês, internetês…) eu cometo uns erros que não cometia antes, mas nada do tipo: as casa amarela.
Sério, qual a dificuldade de concordância? Plural chama plural, menos no caso do verbo haver com sentido de existir e etc, mas é tudo lógico. O problema é que hoje em dia as pessoas estão mais preocupadas com o que estão falando do que com a forma, e antes que os amigos linguístas (viu q lindo? deixei de por o trema só por causa do acordo, mesmo sendo contra a queda do acento diferencial de pára por exemplo, mas isso é tema pra outro post) me encham o saco, isso não é necessáriamente ruim, mas custa alguém q tenha o ensino fundamental completo escrever as casas amarelas? Não custa. Mas se vc tem preguiça, acha q português é para fracos, ou simplesmente caga pra tudo isso, qualquer dez reais* reviso seu texto e até melhoro! Contatae pq ngm merece ter que ler textos que não concordem, ou que me façam morrer de vergonha alheia!

ps1:E please, não venha ser um espertalhão chato e dizer q eu faço abreviações do tipo q, ou que eu como letras, fazer prints e qlqr chatice do tipo, tá na cara q não tô falando sobre nada disso, e se vc se doeu, faz um supletivo faz? bjs
ps2:olhasoam descobri depois de anos q o certo é opinião e não opnião, então não enche, não vou ficar horas só pra mudar a categoria, já admiti meu erro!

*não sejamos literais, afinal se como prof eu ganho mal, tenho q garantir um troquinho com o dinheiro de fora.

Ser legal é…

In amizade, azar, desabafo, reclamação, vida de professor on Maio 26, 2009 at 7:54 pm

Sabe quando você precisa de um favor? Daí você vai lá e pede pra uma pessoa te ajudar, a pessoa ajuda, cada um segue sua vida e fim. A vida seria tão bela se fosse assim, mas não não é, nunca é. Daí que você está as 22:25 na biblioteca que fecha as 22:30, precisa urgente de uma gramática, mas a biblioteca não empresta gramáticas nem dicionários, daí você faz cara de gatinho do Shrek, pede por favor, diz que trás no dia seguinte, faz toda um encenação de quem se importa (pq né? já pegou altas gramáticas com esse tipo de draminha) e o cara resolve atender ao seu pedido, mas antes mil recomendações, mil conselhos, e age de um jeito estranho, você faz cara de quem ouve e pega os livros. No dia de devolver mais mil e um dramas e pluft: o cara se sente seu BFF. Mas como você é uma pessoa azarada, além de não poder fugir pois só nessa biblioteca tem os livros que você precisa, você ainda precisa de outro favor! Cópias da gramática que não pode levar pra casa. Tudo bem que não é bem um favor pq você vai pagar pelas cópias, mas nego nem te deixa só tirando as cópias, não, ele é seu BFF e precisa estar ao seu lado. E como tinha esquecido seu nome pergunta de novo, você, diz (e não mente pq é legal) daí que agora não tira teu nome da boca. Qual a dificuldade de entender que eu só sou simpática por obrigação? Qual a dificuldade de manter tudo em um nível de cordialidade amigável, quando eu preciso nos falamos, você me ajuda, depois cumprimentos esporádicos quando eu estiver de bom humor! E nem venha me chamar de aproveitadora, é a profissão deeeeeleee, custa ser só bibliotecário e me emprestar o livro? Precisa mesmo tentar ser amigue? Gente, tô bem de amigue, 7 é o número da sorte!

Enfim, mais um post sob patrocínio do TPM way of life.

As pessoas bebem

In desabafo, vida de professor on Dezembro 23, 2008 at 4:17 pm

FATO. Eu não entendo, nego só pode beber, muito e forte pra fazer o que faz. Expliquemos, acabou de chegar a avaliação que meus alunos fizeram do curso de espanhol q ministrei esse semestre. Daí que tem umas coisas que eu não entendo. Dentre as cerejas do bolo estava uma pessoa que reclamou de eu dar aula sentada, cara foi UMA vez, e ok que era um conteúdo difícil que eu tinha feito pouco caso (Discurso Indireto) mas ainda assim, UMA vez e foi parar no relatório do semestre. Ai nego vai e reclama de se usar português na sala, eu falei em espanhol o tempo todo, tenho culpa se eles tinham medo de falar entre si em espanhol e que fugiam pro português? Tenho culpa se tinham preguiça?? Pelamor ne? Mas melhora porque essa mesma pessoa me vira e reclama de eu ter “explicado termos em português” oi? eu poderia ficar umas duas horas tentando definir “rayuela” enquanto eles faziam cara de O.O e depois dizer que entenderam sem ter entendido, mas não, o tempo era corrido e preferi dizer logo que rayuela é amarelinha e ponto. Economiza tempo, o que não tínhamos, e minha posição em relação a tradução mudou muito, vi que é necessária, claro que a gente não deve se apegar a ela afinal não existe tradução 100% assim como não existem sinônimos exatos. Mas nem revoltei com meus alunos, acho que devem reclamar sim, das instalações, dos livros e dos professores também pois só assim vão conseguir algo, agora só me faz um favor? Seja coereeeente ok? Pq generalizar um curso inteiro por uma aula ou reclamar de algo que fazia é tudo menos coerente!!