Acho horrível roupa de tactel, bermuda masculina então?? Gente, dou um conselho? Jeans, é baratinho e fica um luxo, sério, tactel não rola, é uma coisa meio plástico, muito muito feio. E colorido só piora, sério, rosa, azul, verde, amarelo. Se tem que usar que pelo menos seja preto, agride menos a vista alheia! Desculpaê!
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Christmas Eve
In comida, moda, textos on Dezembro 26, 2008 at 12:31 pmMeu natal foi tãaaao legal que merece um post. Eu até queria falar destas questões “Natal comercial”, “Significado real do Natal” mas tô com preguiça. Resumindo, superei todos os meus traumas com Natal e hoje acho uma data maravilhosa, adooouro mesmo. Daí que esse Natal acordei e fui pra televisão tomar café e ver desenho, o que faço quase sempre (Natal ou não). Minha mãe saiu e nem disse onde ia, daí horas depois quando eu estava concentrada vendo desenhos minha mãe liga:
-Acho melhor você vir escolher seu vestido…
Precisa dizer mais nada né? Fui e fui com gosto. O plano era comprar um vestido branco, tomara-que-caia com um laço abaixo do busto, na altura do joelho, e uma gladiadora dourada pra acompanhar. Bom, mas isso era específico demais pra ter na loja. Experimentei uns 20 vestidos ou mais, até achei um branco tomara-que-caia, mas era transparente demais. No fim, escolhi um colorido, tomara-que-caia com uma fita de amarrar no pescoço e na altura do joelho, a sandália não foi gladiadora, foi uma outra lá de saltinho bem bonitinha. Mas claro que pra escolher a sandália desci metade da loja. E como minha mãe tava comprando roupa pra todo mundo eu fui separando o que gostava, provei umas 15 calças, saias, jaquetas, blusas. Eu olho a roupa e acho bonita mas sempre tenho que provar porque sei que quando visto é outra coisa, às vezes uma roupa estranha fica linda e outra linda fica horrível, o modelo, a cor, sei lá, mas tenho que experimentar. Daí que eu sempre separo o que gosto e vou pro provador com 20 peças fácil, isso a cada ida, que podem ser umas 5 ou mais. Minha irmã tava lá na loja também, mas ela é o meu oposto, experimenta pouqíssimo e ficava toda hora querendo ir embora, acabou indo mais cedo!! Enquanto ficamos lá, eu e minha mãe provando, escolhendo. Acho que descobri a quem puxei. Até a vendedora comentou que eu sou calma pra comprar, e sou mesmo, se eu estiver alimentada e puder ir ao banheiro (bexiga do tamanho de uma noz) tô feita, passo o dia comprando, como foi o que fizemos.
Mas claaaro, isso é minha vida e vamos aos pontos altos do dia. Na hora de pagar, lá pelas 6 da noite, depois de hoooras provando, escolhendo, separando e etc, tudo isso em pé, eu tava ja com uma dor nas costas horrível, e como minha mãe me aconselhou, fui devestido pra facilitar o tira e põe de roupas, daí que fiquei apoiada com as mãos nas costas, o que é que deu? O dono da loja perguntou se eu tava grávida! Mimata? Depois de descobrir que calça 38 nem fechando mais tá, só sendo de lycra e com borda de catupiry sobrando, o cara ainda pergunta se tô grávida?? kkkkkkkkkkk ai ai, daí eu pus a mão na barriga e disse que não, que só tava gorda mesmo, eu seeei que a roupa e a posição colaboraram com a dúvida dele e tal, mas sério, me mata?? hahahahahaha
Depois, de noite em casa, eu estava morta, sério, tuuuuudo doía, eu queria dormir, adiantei a ceia, comi e fui pra cama, mas eis que rolava uma esperança de ver House ou Ugly Betty, mas cara tava inviável, daí que fiquei cochilando, mas a toda hora chegavam msgs do cel e tal. Uma hora eu vi que não ia rolar, meia-noite tava longe demais, deitei. Minutos depois estou eu com o celular na mão, com o nome de uma amiga escrito e os minutos correndo. Desliguei sem nem pensar, é ai que me dou conta que o telefone deve ter tocado e eu atendi achando que era mensagem, mas era ligação mesmo, e eu desliguei na cara da coitada!!hahahaha ser meu amigo deve ser difícil. No dia segunte ela ainda ligou pra saber o que eu tinha bebido!! hahaha o pior é que tinha sido no máximo uma pepsi. It’s my life… hahahahahah
A complexidade de ser eu.
In filmes, literatura, moda, música on Fevereiro 8, 2008 at 2:11 pm Às vezes acho que todo mundo é assim, às vezes acho que só eu sou, às vezes acho que pelo menos algumas pessoas devem ser assim também, e finalmente não chego a nenhuma conclusão.
Enfim, me identifico com várias coisas, (com tudo não porque não acredito que haja alguém que se identifique com tudo, não acredito em ecléticos, mas isso é tema pra outro post.) coisas que são complementares, mas principalmente com coisas que são contraditórias.

Amo moda, acho que desde pequena quando comecei a fazer as roupas das minhas bonecas, daí com o tempo fui me interessando mais, buscando mais, amando mais, até que cheguei ao nível de saber o que é bom porque é bom e o que é bom porque o Galliano disse que é (o cara da moda pra mim depois do grande Dior), acho tudo muito glamuroso, muito lindo, e me vejo nesses lugares com essas roupas.Mas ainda no quesito moda, gosto também de um bom all star confortavel estiloso, de umas roupas meio trendy, meio wave, meio over, sei lá, nem todo dia acordo com disposição pra perua.

Aí tem meu lado intelectual, que começou com livros idiotas de menina e se desenvolveu ao ponto de ler coisas boas conceituadas; só que nem só de livros bons vive meu eu, gosto também de um bom HP (falta só um pra terminar a série), de uns livros bobinhos pra passar o tempo, enfim de (quase) tudo um pouco.

Pior de tudo é meu gosto musical, uma vez disse pra minha irmã:
-Sei que é ruim, mas eu gosto.
Confusa ela disse que não acreditava que eu achasse ruim algo e ainda gostasse, mas fazer o que? É a mais pura verdade. Sabe tive mesmo e não escondo de ninguém uma fase Backstreet Boys+Spice Girls, e agora que eles voltaram estou achando tudo divertidíssimo! Sabe, é bom demais cantar essas músicas ultra-bregas bem alto. Mas também gosto de música boa de verdade, aquela que ouço e chego a flutuar, ou que penso cara isso é muuuuito bom.

Filmes também é igual, não resito a um bom filme de Hollywood bem bobinho, mas também me acabo com filmes bom de verdade, com roteiro e que fazem a mente da gente viajar.
No fundo acho que gostar de (quase) tudo um pouco não é nada ruim, e faz de mim esse ser único que sou. Simplesmente não consigo me ver apenas como uma gordinha intelectual de gosto “fodástico”, ou simplesmente como aquele linda garota super glamour. Acho que sou uma soma delas e ao mesmo tempo nada disso.
Só não me chame de eclética porque isso pra mim é coisa de gente sem opnião própria, ou melhor sem coragem de admitir pro mundo o que gosta de verdade e que fica tentando agradar a todos.
todos Os Defeitos De Uma Mulher Perfeita
In literatura, love, moda, música on Outubro 2, 2007 at 5:37 pm
“Ela não é do tipo de mulher que se entrega na primeira; mas melhora na segunda e o paraíso é na terceira.Ela tem força, ela tem sensibilidade, ela é guerreira;ela é uma deusa, ela é mulher de verdade.Ela é daquelas que tu gosta na primeira,se apaixona na segunda e perde a linha na terceira,ela é discreta e cultua bons livros,E ama os animais…”C.B.J
“As muito feias que me perdoem
Mas beleza é fundamental. É preciso
Que haja qualquer coisa de dança,
Em tudo isso.
Não há meio-termo possível. É preciso
Que tudo isso seja belo. É preciso que súbito
Tenha-se a impressão de ver uma garça apenas pousada e que um rosto
Adquira de vez em quando essa cor só encontrável no terceiro minuto da aurora.
É preciso que tudo isso seja sem ser, mas que se reflita e desabroche
No olhar dos homens. É preciso, é absolutamente preciso
Que tudo seja belo e inesperado. É preciso que umas pálpebras cerradas
Lembrem um verso de Eluard e que se acaricie nuns braços
Alguma coisa além da carne: que se os toque
Como ao âmbar de uma tarde. Ah, deixai-e dizer-vos
Que é preciso que a mulher que ali está como a corola ante o pássaro
Seja bela ou tenha pelo menos um rosto que lembre um templo e
Seja leve como um resto de nuvem: mas que seja uma nuvem
Com olhos e nádegas. Nádegas é importantíssimo. Olhos, então
Nem se fala, que olhem com certa maldade inocente. Uma boca
Fresca (nunca úmida!) e também de extrema pertinência.
É preciso que as extremidades sejam magras; que uns ossos
Despontem, sobretudo a rótula no cruzar das pernas, e as pontas pélvicas
No enlaçar de uma cintura semovente.
Gravíssimo é, porém, o problema das saboneteiras: uma mulher sem saboneteiras
É como um rio sem pontes. Indispensável
Que haja uma hipótese de barriguinha, e em seguida
A mulher se alteie em cálice, e que seus seios
Sejam uma expressão greco-romana, mais que gótica ou barroca
Sobremodo pertinaz é estarem a caveira e a coluna vertebral
Levemente à mostra; e que exista um grande latifúndio dorsal!
Os membros que terminem como hastes, mas bem haja um certo volume de coxas
E que elas sejam lisas, lisas como a pétala e cobertas de suavíssima penugem
No entanto, sensível à carícia em sentido contrário.
Preferíveis sem dúvida os pescoços longos
De forma que a cabeça dê por vezes a impressão
De nada ter a ver com o corpo, e a mulher não lembre
Flores sem mistério. Pés e mãos devem conter elementos góticos
Discretos. A pele deve ser fresca nas mãos, nos braços, no dorso e na face
Mas que as concavidades e reentrâncias tenham uma temperatura nunca inferior
A 37° centígrados podendo eventualmente provocar queimaduras
Do 1° grau. Os olhos, que sejam de preferência grandes
E de rotação pelo menos tão lenta quanto a da Terra; e
Que se coloquem sempre para lá de um invisível muro da paixão
Que é preciso ultrapassar. Que a mulher seja em princípio alta
Ah, que a mulher dê sempre a impressão de que, se se fechar os olhos
Ao abri-los ela não mais estará presente
Com seu sorriso e suas tramas. Que ela surja, não venha; parta, não vá
E que possua uma certa capacidade de emudecer subitamente e nos fazer beber
O fel da dúvida. Oh, sobretudo
Que ele não perca nunca, não importa em que mundo
Não importa em que circunstâncias, a sua infinita volubilidade
De pássaro; e que acariciada no fundo de si mesma
Transforme-se em fera sem perder sua graça de ave; e que exale sempre
O impossível perfume; e destile sempre
O embriagante mel; e cante sempre o inaudível canto
Da sua combustão; e não deixe de ser nunca a eterna dançarina
Do efêmero; e em sua incalculável imperfeição
Constitua a coisa mais bela e mais perfeita de toda a criação inumerável.” V.M
ps:frases foram omitidas ou modificadas.
Amor à moda: de vestido pra Barbie até Galliano
In moda on Janeiro 17, 2007 at 6:29 pm
Desde pequena que eu amo moda, quando crianca costumava fazer roupinhas pras minhas bonecas, depois um pouco mais velha comecei a desenhar até fiz um bonequinho q seria a logo da minha griffe que se chamaria BVU Collection.Cresci mas o amor pela moda continua igual se não maior.Ainda quero ter uma grife mas o nome mudou e a logo também, quero que se chame: .May Vilela, mas primeiro preciso de autorizacão do Lois pra usar assim o sobrenome dele.Meus planos assim ficaram terminar minha facul d letras e ai fazer outra de Estilismo no AD1 ou então em algum outro lugar, tlvz só um curso mesmo pra aperfeicoar minha tecnica de desenho e tal.Amo o Galliano, super criativo e deu um gás nova à Dior que jah era maravilhosa e por isso mesmo coloquei essa foto de um vestido dele, admiro também mais um monte de estilistas mas ficar citando nomes não dá.Dos brasileiros gosto do Herchcovich, da Colcci tbm e mais um monte apesar de achar que a moda brasileira paulista principalmente é muito imitativa da francesa e de outras europeias mais ainda assim tá valendo tem coisas boas também.Espero que a fashion week aqui de Brasília cresca e chegue a ser um dos maiores eventos de moda do País.
Anorexia, bulimia e tantas outras pseudo-amigas.
In moda on Janeiro 16, 2007 at 4:43 pm
Até tenho um monte de post pronto mas quem diz que eu me lembro de trazer pra digitar?Assim sendo vou postar algo sobre o qual sempre quis escrever disturbios alimentares.
Desde que o mundo é mundo nós seres humanos queremos ser o que não somos, é um tal de mudar cabelo pra ficar que nem fulano e etc.Mas parece que uma insatisfacão natural e ate certo ponto saudável (pois faz com que não nos contentemos com o que somos mas queiramos melhorar) esta tomando proporcões espantosas.Quem não ficou sabendo da modelo que morreu em decorrência de uma anorexia que a deixou tão fraca a ponto de não sobreviver a uma doenca oportunista dessas comuns que qualquer pessoa saudável facilmente venceria?Mas será que a modelo é a única culpada da sua morte?Ou seria culpada uma sociedade injusta que nos apresenta padrões que nunca atingiremos mas que desejamos mais que tudo nos encaixar.O pior é essa mídia hipócrita que lamenta a morte da menina mas não faz nada pra mudar esses padrões distorcidos em que ser bela é ser disproporcional e doente, e põe sempre modelos anorexicas em seus programas, novelas, seriados, comerciais dizendo sempre o quão belas elas são, é tão incoerente.Mas para resolver esses problemas só com uma injecão de auto-estima nessas meninas e que elas possam ver o mundo e elas proprias como realmente são, até porque uns quilinhos a mais não matam já dias sem comer isso sim mata.